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Locomotive Breath do Jethro Tull por Laobarenko e os Apátridas do Pensamento Hegemônico @laobar
Apresentação de Laobarenko e os Apátridas do Pensamento Hegemônico, no Bar do Lao, interpretando um clássico do Jethro Tull: Locomotive Breath.
Infelizmente o vídeo está mais ÁUDIO que vídeo…
Siga o Bar do Lao em: @laobar
As Melhores do Zed – Loucademia de Policia
Hoje, do nada, lembramos do Zed. Aquele personagem da Loucademia de Policia que falava o tempo todo gritando. Segue um vídeo para relembrar:
“I Fixed It” no Interior de SP
Com certeza para fazer este fantástico reparo o pessoal se inspirou no site http://thereifixedit.com/
[Som de Sexta] Tempest
Um folk rock muito bom Com 20 anos de estrada e uma batelada de CDs . As vezes flerta com o progressivo (chegou a gravar um disco com a participação do Keith Emerson do ELP nos teclados) mas não é o caso das músicas aqui postadas. O site oficial da banda é: http://www.tempestmusic.com
Ye Jacobites By Name
Queen of Argyll
[Som de Sexta] Música de Anime (Serial Experiments Lain e Claymore)
Normalmente música de abertura (e encerramento) de Anime é um saco. Principalmente dos modernos (vide a épica abertura de Yamato aka Patrulha Estelar aka Starblazers). No entanto aqui vão algumas excessões.
Serial Experimentals Lain (opening): Boa – Duvet
Claymore (opening): Naitomea (Nightmare) – Raison D’etre
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[Som de Sexta] Harry Belafonte
Quem não lembra da música da “banana” de “Os Fantasmas se divertem” (BeetleJuice)? Bom, talvez um monte de gente, afinal o filme é de 88… De qualquer forma com certeza ao ouvir reconhecerão.
Banana Boat Song (Day-O)
Jamaica Farewell
DVD – Violeta de Outono – Tribute to Syd Barrett – disponivel!
Finalmente recebemos cópias do DVD "Seventh Brings Return – A Tribute to Syd Barrett – music played by Violeta de Outono".
O DVD foi lançado somente na Inglaterra e não será lançado no Brasil. Este show inclui o disco "The Piper At The Gates of Dawn" quase na íntegra mais músicas dos compactos Arnold Layne e See Emily Play. Um registro muito especial tanto para os fãs do Violeta de Outono como para os de Pink Floyd / Syd Barrett
Syd Barrett foi o principal mentor do som espacial que o Pink Floyd produziu nos primeiros anos da sua carreira nos anos 60. Com Barrett a banda gravou alguns singles e também o álbum The Piper at the Gates of Dawn em 67, um clássico absoluto do psicodelismo inglês. Depois que deixou o Pink Floyd, ele ainda gravou dois discos solo ("The Madcap Laughs" e "Barrett"), posteriormente foi lançado "Opel" uma coletânea de sobras de estúdio.
Abaixo o link para comprar:
http://www.violetadeoutono.com/shop_details.php?CatNumber=VPBDVD2
Este DVD registra uma das apresentacões da banda brasileira Violeta de Outono prestando de uma forma absolutamente competente e inspirada, sua homenagem a genialidade de Syd Barrett, um verdadeiro exercicio de psicodelismo que mostra o quanto a obra de Syd permanece atual e influente. Esta apresentação foi gravada em 17/07/2006 no Teatro do SESI em São Paulo e coincidentemente durante a temporada de shows veio a noticia da morte de Syd, com isso, se deposita neste registro um valor histórico e emocional inigualável, tanto para os fãs do universo Barrettiano, quanto para os músicos do Violeta de Outono.
O Violeta de Outono é formado por: Fabio Golfetti – guitarra e vocal, Gabriel Costa – baixo, Fernando Cardoso – piano, órgão e vocal & Claudio Souza – bateria
[Som de Sexta] Marillion – Pseud Silk Kimono/Kayleigh/Lavender
Muitos vão dizer que é brega, que é um prog meia-boca, mas, fazer o que, é uma das minhas bandas preferidas, e culpada de algo muito sério na minha vida: o fato de eu gostar de Tolkien.
Pra quem não sabe o nome da banda veio de Silmarillion, livro póstumo de J.R.R.Tolkien, mas daí acredito que os caras perceberam que era um nome meio longo e complicado pra uma banda e encurtaram para Marillion
. O que passou a não fazer o menor sentido, porque Silmarillion
vem de Silmaril, e Maril não significa porra nenhuma. Mas isso é outra história. O fato é que por causa do Marillion
, e de querer descobrir de onde vinha o nome da banda, que eu descobri Tolkien e encontrei a luz (das Silmarils. Ok, péssimo trocadilho).
Dito isso sou obrigado a dizer sempre que quando se fala de Marillion se fala de duas bandas: fase Fish e fase Hoggart. Eu gosto da fase Fish: letras rebuscadas, um vocal inflexivo e teatral, que casava perfeitamente com a sonoridade da banda. Depois… bem… depois veio o Hoggart e há quem goste. Da fase do Hoggart pra mim, só presta o disco Brave, e nada mais… Mas mesmo assim, penso que é outra banda.
Engraçado como a história do Marillion espelha dramaticamente a banda que é a sua principal influência e a qual eles foram acusados de imitar descaradamente: O Genesis.
Genesis era uma banda de prog, muito interessante, com letras rebuscadas, vocais inflexivos e teatrais, até a saída do vocalista: Peter Gabriel, que tem uma obscura (e relativamente bem sucedida) carreira solo. E daí pra frente o Genesis enveredou por um pop insuportável.
O mesmo pode-se dizer do Marillion, com a diferença que a carreira da banda ficou quase tão obscura quanto a carreira do vocalista. Com a saída de Fish dos vocais o Marillion também entrou no mundo sempre “interessante” do pop (sem ficar POPular, o que é pior). Na verdade a banda nunca conseguiu repetir o feito alcançado com Misplaced Childhood. A música Keyleigh foi sucesso mundial na época (1985), sendo a 2a. mais ouvida no Reino Unido.
E sem mais: Marillion!
Pseudo Silk Kimono – Kayleigh – Lavender
*Muito medo me dá colocar as traduções de letras do Terra
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Dinah Washington – Send me to the electric chair
Versão da Bessie Smith (só audio), letras e tradução (feita por mim) no Ler Mais
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